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    11/29/2006

    Ambiente seguro no pagamento online

    Mule Uma das questões que se questiona muito no cenário do comércio eletrônico é a segurança nas transações online, já que 90% dos pagamentos eletrônicos são realizados com cartões de crédito. Muitas pessoas ainda têm receio em comprar algum produto na web, pois temem que existam fraudes nos sistemas de pagamento. Na realidade, fraudes com cartões de crédito existem, e não somente em operações na internet, fora dela também, porém as administradoras de cartão de crédito esforçam-se para acabar, ou mesmo reduzir à baixos índices esse tipo de fraude.

    Uma das mais notáveis iniciativas para que isso acontecesse partiu da Visa. A empresa criou há algum tempo um novo serviço para tornar as compras on-line mais seguras.0 Verified by Visa, certifica que quem está usando o cartão Visa no momento da compra é realmente o titular do cartão. Um recurso disponibilizado para os lojistas que demonstra claramente a intenção da empresa em fornecer um ambiente seguro para que as empresas de comércio eletrônico possam aumentar o volume de vendas pela internet. A vantagem também é para os compradores e clientes da Visa que se sentem mais seguros.

    E falando em cartão de crédito, semana passada uma inovação nessa área foi anunciada pela Sony. A empresa fez uma parceria com a NXP Semiconductors para formar uma nova empresa focada nas operações de cartões de crédito sem contato.A nova companhia se dedicará ao desenvolvimento de microchips IC para o uso em aplicações como telefones celulares. Esses sistemas permitem a transmissão de dados entre cartões e leitores sem o contato físico.No Japão o sistema já é muito usado principalmente nas compras de conveniência.

    Apesar do temor de alguns usuários, os baixos índices de fraude em países como o México e o Brasil contribuíram para que mais de um terço dos usuários de internet tenham um bom nível de confiança para realizar transações on-line. O Brasil é um dos mercados de maior dinamismo nesse segmento com taxas de crescimento superiores a 50% desde 2004 e, em 2005, representou 43% de todas as transações de comércio eletrônico B2C* da América Latina. Sem dúvida, os esforços das administradoras de cartões de crédito para acabar com fraudes irão aumentar cada vez mais, beneficiando todas as empresas que possuem e-commerce e favorecendo ainda mais o sucesso desse canal.

    11/23/2006

    Do Zero a Dois Bilhões em seis anos!

    A fusão da Americanas.com com o Submarino acaba de criar a maior loja de comércio eletrônico do Brasil, um negócio de R$ 7 bilhões, com faturamento combinado de R$ 2 bilhões/ano.

    Apesar de apresentarem níveis satisfatórios de satisfação de Clientes, ambas as empresas reconhecem que podem fazer mais, ser ainda mais excelentes, e incrementar a fidelidade dos seus Clientes

    (Antes que a Amazon.com apareça por aqui)

    O negócio entre o Submarino e Americanas vem consagrar o estágio profissional que o Comércio Eletrônico se encontra no Brasil, além de criar uma maneira para que a nova empresa que nasce dessa fusão possa investir pesado nas inovações que rapidamente estão mudando a cara da internet em todo o mundo.

    1ª Inovação: O aumento dos usuários de banda larga - estima-se três milhões de usuários de internet rápida no Brasil -, já permite que o comércio eletrônico crie o seu próprio canal de TV baseado na web, ofereça treinamentos e demonstrações de produtos, além de agilizar a experiência de compras via web.

    Durante o último verão americano, a Amazon colocou no ar o Amazon Fishbowl com o comediante Bill Maher, um talk show sensacional que atraiu milhões de visualizações na web, além de incrementar significativamente as vendas dos produtos apresentados durante os episódios do programa.

    2ª Inovação: Quantos anúncios do Submarino e da Americanas.com você viu em revistas e comerciais de televisão nos últimos seis anos? Meia dúzia ou quase nenhum. Ambas as empresas cresceram vertiginosamente nos últimos anos explorando o banco de dados de Clientes e mirando conteúdo personalizado baseado no comportamento de compra dos seus Clientes.

    Para se manter competitivo nesse novo estágio do Comércio Eletrônico no Brasil, é preciso conhecer de verdade os Clientes da empresa, para assim casar necessidades com conteúdo de produtos e serviços da melhor maneira possível.

    3ª Inovação: Ajude os Clientes a ajudar você. Segundo um recente estudo da The E-Tailing Group, 92% dos compradores disseram que a opinião de outros clientes é muito importante para a decisão de compras. Além disso, o crescente interesse das pessoas por comunidades online, abre uma avenida de oportunidades para os varejistas que estiverem dispostos a criar uma comunidade on-line onde os clientes possam se conhecer, trocar informação, e por conseqüência, ajudar a própria empresa a vender produtos para outros clientes.

    Nesse novo estágio do comércio eletrônico, o conteúdo é rei!

    Conteúdo aumenta o número de visitas no site, otimiza a presença da empresa no resultado dos mecanismos de busca, constrói a fidelidade com os clientes.

    As melhores operações de comércio eletrônico serão aquelas que conseguirem se distinguir através de um conteúdo profundo, criado pela própria empresa ou por seus clientes.

    Criar conteúdo não é fácil. Mas uma vez criado, você pode utilizar o seu sistema de comércio eletrônico para customizar mensagens, atividades de marketing e beneficiar o Cliente.

    Em 1999 muitos disseram que a Internet era a próxima grande novidade no mundo do marketing. Essa afirmação foi bastante controversa na época. Hoje é uma realidade. Você pode ser parte dela.

    11/17/2006

    4 Erros Comuns entre os novos empresários do comércio eletrônico.

    Vender na web é relativamente fácil nos dias de hoje. As únicas coisas que você precisa são Uma loja on-line, alguns produtos, uma maneira de entregar os produtos, uma forma de pagamento, certo? Errado.

    A plataforma de venda não é a única coisa que você tem que olhar. O plano de marketing é ainda mais importante.

    Alguns dos erros mais comuns que acontecem nas operações "novatas" de comércio eletrônico são:

    1. Falta de Pesquisa de Mercado. Geralmente os empresários selecionam um nicho de mercado ou um produto sem realizar uma pesquisa de mercado adequada.

    2. Expectativas irreais. Muitas pessoas entram na internet imaginando que vão ganhar dinheiro no curto prazo. Não vai acontecer. É mais realista você pensar que a primeira fase da sua operação de comércio eletrônico vai servir para ensinar a você como realmente funciona uma operação de comércio eletrônico. Felizmente, o custo de entrada na web é baixo.

    3. Tudo é fácil e grátis. O fato do conteúdo na internet nascer grátis tem levado as pessoas a imaginar que tudo é fácil e rápido na web. Não é. O desenvolvimento profissional de um web site leva tempo. A gestão do conteúdo de um web site leva tempo. A promoção do web site requer tempo, dinheiro e muitas idéias. Entretanto, diferente do que você possa pensar, você realmente não precisa de muito dinheiro para fazer a coisa toda acontecer, porém, alguns reais serão necessários.

    4. Perfeccionismo. Muitas empresas gastam muito tempo e dinheiro colocando o site no ar. Faça como a Microsoft: K.E.E.P - Keep It Simple Stupid. Ou seja, levante a sua loja com duas ou três funcionalidades importantes, e adicione novas funcionalidades com o passar do tempo. O seu web site precisa parecer excelente mas não perfeito.


    O quê você gosta em um web site?

    O instituto de pesquisas Forrester fez a seguinte pergunta a centenas de clientes que tem o hábito de visitar web sites frequentemente: “O quê você mais gosta nos web sites que você mais visita?”

    Confira o quê a turma respondeu:

    - 55% disse que visitam web sites que tornaram fácil encontrar o conteúdo e a função que procuram.

    - 49% disse que os web sites são fáceis de ler.

    - 39% confia que o web site é seguro e tem uma performance confiável.

    - 38% disse que o web site é rápido.

    - 30% disse que o web site é divertido. 

    - 30% disse que o conteúdo é superior se comparado a outros web sites.

    - 26% disse que gosta da “cara” que tem o web site.

    - 20% disse que as funções são superiores se comparado a outros web sites.

    - 16% disse que o web site personaliza a informação que ele vê.

    Análise final do Forrester: Uma navegação intuitiva e textos fáceis de ler são funções mais importantes do que conteúdo e funções técnicas.

    Esses dados foram extraidos do estudo realizado pelo Forrester no segundo trimestre de 2006 junto a clientes da indústria automotiva e governamental.


    Antes de sair fazendo.

    Siga essas dicas antes de "sair fazendo" o teu web site.

    1. Invista tempo para descobrir o quê os seus Clientes querem e precisam do seu web site.

    2. Assegure-se que o conteúdo do seu web site está sempre atualizado, conciso e responde as perguntas dos Clientes.

    3. Na próxima vez que você for redesenhar o seu web site, pense sobre a sua estratégia de busca de informação no site. Descubra quais são as palavras que as pessoas mais buscam no teu web site e redesenhe os menus tendo em vista utilizar essas palavras.

    4. Tenha certeza que as informações sobre como contatar a empresa estejam claras e visíveis.

    5. Demonstre que você leva muito a sério a questão de relacionamento com os clientes ao responder todos os emails com extrema velocidade.

    6. O web site é a janela para a alma da sua empresa. Tenha certeza que você está comprometido com a sua manutenção que requer tempo e dinheiro. Se muito bem feito, o teu web site ser transformará na mais importante ferramenta de comunicação da sua empresa com o seu público.

    11/13/2006

    Desafios dos portais corporativos

    Portal Apesar do aperfeiçoamento dos portais corporativos nos últimos anos, muitas empresas ainda estão distantes dessa realidade, tanto aqui no Brasil como lá fora. O interesse é grande, mas ainda existe certa dificuldade em relação à mudanças e inovações nos portais.

    A grande maioria das empresas continua com o desafio básico de lidar com o excesso de informação. O foco prioritário de uso dos portais ainda é o self-service, principalmente de serviços de RH, típico da segunda geração de intranets, as quais, muitas vezes, são departamentais descentralizadas, sem qualquer tipo de integração. E é justamente isso que os portais precisam. Integrar sistemas e lógicas de negócios anteriores a eles (os famosos legados). Portais não só ajudam a otimizar processos pré-existentes, mas também criam novos e totalmente diferentes.

    Na verdade, os portais corporativos estão cada vez mais se inserindo em um segmento mais abrangente e complexo: o da Gestão de Mudanças. Trata-se de preparar a empresa para atuar no novo cenário de negócios (demanda por novos papéis, novas posturas, novos paradigmas), onde os intangíveis ganham destaque e a velocidade na tomada de decisão passa a ser crítica.

    O fato é que é imprescindível a adoção dos portais corporativos, por empresas que queiram sobreviver no novo século, assim como, a mudança de canal de empresas varejistas, atacadistas e distribuidoras para a web. O comércio on-line, obriga muitas empresas a repensar nesses desafios e estratégias em seus portais. Certamente trata-se de um caminho complexo, em que é preciso alinhamento estratégico e visão de mudanças.

    11/04/2006

    Mudança de paradigma: Arquitetura SOA

    Soa Há quase uma década, quando os portais corporativos saíram da teoria e se tornaram realidade na prática, em diversas companhias dos mais variados setores e portes, o que mais se falava e se questionava era a integração de interfaces. Todas as aplicações corporativas se tornariam integradas em uma única interface, beneficiando os usuários. Paralelamente se questionava a arquitetura orientada a serviços, ou SOA. A pergunta é: de que maneira esses dois conceitos convergem?

    Na verdade esses dois conceitos se complementam na medida em que dizem respeito a camada de interface e a camada de integração. Pode-se dizer que enquanto os portais corporativos mostram os benefícios da interface única, personalização e gestão de conteúdo, o conceito de SOA mostra que utilizar serviços de maneira estruturada pode trazer ganhos expressivos para a implantação e integração de aplicações, além de permitir uma aderência cada vez maior aos requisitos de negócio.

    A arquitetura SOA possui inúmeras vantagens, uma delas é a possibilidade de olhar as aplicações sob o enfoque de processos de negócio, adequando-as aos diversos contextos corporativos. Ou seja, passamos a entregar conteúdo de negócios de uma forma completamente diferente do paradigma tradicional. No modo antigo, era preciso entrar no sistema A e B para efetuar um determinado procedimento. Se o portal for aliado à tecnologia SOA, podemos efetuar todo o procedimento em uma mesma interface, sem se preocupar com o sistema que está sendo acessado.

    Essa mudança de paradigma do antigo para o novo, vem sendo o maior desafio dos CIO´s, que têm a chance de mudar os rumos de como sua empresa opera utilizando-se de novos conceitos. Além dos usuários, as equipes de TI também se beneficiam com essa novidade, elas otimizam todo o processo de desenvolvimento de aplicações, a partir do momento em que podem contar com uma “biblioteca” de serviços já desenvolvidos e uma única interface gráfica. Desta forma, também é possível observar um evidente ganho de produtividade e redução de custos.

    Já é possível encontrar no mercado vários pacotes voltados para a integração de sistemas, funcionando com arquitetura orientada a serviços, porém, para implementar SOA com sucesso é fundamental que as organizações planejem esta estratégia de forma estruturada.

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